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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Cantando na chuva (clássico)
O tanto que falei sobre chuva no mês de janeiro realmente foi algo raro aqui no meu blog. Fora a chuva que realmente caiu em Brasília, a chuva simbólica, seja ela cantada ou fazendo parte do tempo de algum eu-lírico, remeteu a alguma solidão e a lágrimas. Mas com essa famosa canção (só me lembra aqueles episódios dos filmes no seriado Chapolin) me fez percebe que sempre após uma chuva aparece um arco-íris e um sol. Então, depois da trovoada, há sempre muita luz. E luz é sinônimo de alegria e alívio.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Uma lição de amor
O filme é de 2001 e conta com Sean Penn, Michele Pfeiffer e Dakota Fanning. Eu particularmente gosto muito desse filme. Nele vemos a emocionante história de amor entre Lucy e seu pai.
Ainda pequena, a garota é abandonada pela mãe e criada pelo pai solteiro, que é um homem que pouco desenvolveu a sua mentalidade, sendo comparado a uma criança de 7 anos. Esse homem assume a responsabilidade de cuidar da educação da garotinha e se torna seu companheiro de vários momentos. No entanto, a sociedade faz com que a garota tenha sentimentos confusos em relação ao seu pai. Ela começa a crescer e seu raciocínio se torna mais avançado do que o dele. O serviço social intervém no lar familiar para separar Lucy e fazer com que ela seja adotada por outra família.
As leis aqui aplicam-se rigorosamente para que a criança seja educada ao lado de pessoas além da sua capacidade de entender as coisas ao seu redor, na intenção de dar para ela um futuro melhor. Porém, esquecem-se de que o caminho de amor e ternura que trouxe a garota até aquele momento foi o amor que o pai adotivo sentiu por ela, e para ter esse amor, não é necessário ter uma mentalidade elevada.
O fim do filme pelo menos não é trágico; após quatro sessões, a justiça determina que a garota terá a adoção sob custódia e viverá com outra família até que a situação com seu pai se resolva. O casal que acaba adotando a garota permite que ela sempre vá dormir com o seu primeiro pai adotivo, o único que consegue corresponder ao amor de que tanto a menina precisa.
A lei é bastante rigorosa. O amor é um sentimento tão belo e forte, mas não conseguiu vencer as barreiras dos corações humanos. O pai adotivo poderia sim ficar com a garota e poderia ser assistido por uma outra pessoa com um Q.I. mais elevado do que o dele - coisa que acabou acontecendo no final do filme, só que sob um enfoque diferente.
Recomendo!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Rock Brasília - Era de ouro!
Hoje eu fui conferir nos cinemas o documentário sobre o rock em Brasília na década de 80. A história das três principais bandas (Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude) parece se fundir com o próprio desenvolvimento da capital do país, bem como foi moldando a sua cultura. Os jovens garotos procuravam algo para se ocupar numa Brasília ainda muito sem graça e se inspiravam na cena punk rock internacional de bandas como Sex Pistols e The Clash. Eles tiveram muita coragem para arregaçar as mangas e falar em suas músicas o que estava preso na garganta de toda uma geração jovem massacrada pela ditadura militar.
Muito bacana ver os lugares por onde eles passaram em Brasília e bem como suas aventuras e seus erros, como brigas e envolvimento com drogas. Arrisco-me a dizer que a morte de Renato Russo foi um divisor de águas para todos esses roqueiros oitentistas. Alguns continuam fazendo shows até hoje, outros se foram e ainda outros desistiram da carreira e se tornaram funcionários públicos.
Engraçado notar que por um momento eles estiveram reunidos na Colina (superquadra de Brasília dentro do território da UnB) e revolucionaram a cena musical no Brasil.
MÚSICA URBANA
Capital Inicial
Contra todos
E contra ninguém
O vento quase sempre
Nunca tanto diz
Estou só esperando
O que vai acontecer...
Eu tenho pedras
Nos sapatos
Onde os carros
Estão estacionados
Andando por ruas
Quase escuras
Os carros passam...
Contra todos
E contra ninguém
O vento quase sempre
Nunca tanto diz
Estou só esperando
O que vai acontecer...
Eu tenho pedras
Nos sapatos
Onde os carros
Estão estacionados
Andando por ruas
Quase escuras
Os carros passam...
As ruas tem cheiro
De gasolina e óleo diesel
Por toda a plataforma
Toda plataforma
toda a plataforma
Você não vê a torre...
Tudo errado, mas tudo bem
Tudo quase sempre
Como eu sempre quis
Sai da minha frente
Que agora eu quero ver...
Não me importam os seus atos
Eu não sou mais um desesperado
Se ando por ruas quase escuras
As ruas passam....
Tudo errado mas tudo bem
Tudo quase sempre
Como eu sempre quis
Sai da minha frente
Que agora eu quero ver...
Não me importam os seus atos
Eu não sou mais um desesperado
Se ando por ruas quase escuras
As ruas passam...
As ruas tem cheiro
De gasolina e óleo diesel
Por toda a plataforma
Toda plataforma
toda a plataforma
Você não vê a torre...
Oh, oh, oh, oh, oh...
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
Mentes perigosas! (Gangster's Paradise)
Mexendo em arquivos antigos, lembrei-me dessa música. Adoro o estilo dela, os vocais, os arranjos, enfim, tudo! Ela toca nas rádios desde 1995. Fiquei mais feliz ainda quando soube que é tema do filme Mentes Perigosas, que tem como protagonista a bela Michelle Pfeiffer.
O filme tem muito a ver com a realidade da sala de aula, com a educação, a pedagogia trabalhada em ambiente escolar.
Louanne Johnson abandona sua carreira na marinha para realizar um antigo sonho de ser professora de inglês. Logo em seu primeiro dia, ela encontra alunos inquietos, sem rumo, perdidos e querendo chamar atenção. Viviam uma outra realidade. Por mais que tentasse ensinar a matéria, os adolescentes nem sequer prestação atenção em Louanne. Foi então que ela resolveu aplicar conhecimentos didáticos e pedagógicos para levar o currículo escolar para a realidade daqueles alunos para que possam sonhar com um bom futuro.
Um ótimo filme. Minha professora de didática na faculdade adorou.
Aproveito para destacar o clipe, que contém cenas do filme e com a própria Michelle Pfeiffer fazendo uma participação. Sem contar ainda com estrofes da música que são citadas no filme como poema.
GANGSTER'S PARADISE
As I walk through the valley of the shadow of death
I take a look at my life
And realize there's nothing left
'Cause I've been brassing and laughing so long
That even my momma thinks that my mind has gone
But I ain't never crossed a man that didn't deserve it
Me be treated like a punk, you know that's unheard of
You better watch how ya talking
And where ya walking
Or you and your homies might be lined in chalk
I really hate to trip but I gotta lop
As they croak, I see myself in the pistol smoke
Fool, I'm the kinda G that little homie's wanna be like
On my knees in the night
Saying prayers in the street light
1-Been spending most their lives
Living in a gangsta's paradise (2)
Keep spending most our lives
Living in a gangsta's paradise (2)
Forget the situation, they got me facing
I can't live a normal life, I was raised by the state
So I gotta be down with the 'hood team
Too much television watching, got me chasing dreams
I'm an educated fool with money on my mind
Got my ten in my hand and a gleam in my eye
I'm a locked out gangsta, set tripping banger
And my homies is down so don't arouse my anger
Fool, death ain't nothing but a heart beat away
I'm living life do or die, what can I say?
I'm twenty-three now , will I ever live to see twenty-four
The way things is going I don't know.
2-Tell me why are we so blind to see
That the ones we hurt are you and me?
(rpt 1)
Power in the money, money in the power
Minute after minute, hour after hour
Everybody's running, but half of them ain't looking
It's going on in the kitchen
But I don't know what's cooking
They say I gotta learn
But nobody's here to teach me
If they can't understand it, how can they reach me?
I guess they can't
I guess they won't, I guess they front
That's why I know my life is out of luck, fool!
(rpt 1, 2, 2)
PARAÍSO DOS BANDIDOS
Enquanto eu caminho pelo vale da sombra da morte
Eu dou uma olhada em minha vida
e percebo que não sobrou nada
Porque tenho farreado e estou rindo a tanto tempo
Que até minha mãe acha que meu juízo acabou
Mas eu nunca atraiçoei um cara que não merecesse
Eu, ser tratado como um imprestável, você sabe que nunca aconteceu
É melhor prestar atenção como está falando
E onde está andando
Ou você e tua família podem acabar marcados com giz no chão
Realmente odeio me enganar, mas tenho que trancar
Enquanto resmungam, me vejo na fumaça da pistola
Babaca, sou o tipo de gangster que os garotinhos da família querem ser
De joelhos à noite
Fazendo orações na luz da rua
[Refrão 1] Desperdiçando a maior parte de nossas vidas
vivendo no paraíso de bandidos (x2)
Continuamos a desperdiçar a maior parte de nossas vidas
Vivendo no paraíso dos bandidos (x2)
Olhe a situação que eles me fizeram encarar
Não consigo viver uma vida normal, fui criado pelo estado
Então tenho que ficar com a turma do bairro
Assistir televisão demais me deixou perseguindo sonhos
Sou um bobo educado, com dinheiro na cabeça
Tenho meus dez na mão e um brilho nos olhos
Sou um bandido trancado no lado de fora, um fogo de artifício ligeiro
E meus familiares estão deprimidos então não provoque minha raiva
Babaca! Morte não é nada, está apenas a uma batida de coração de distância
Estou vivendo a vida, vivo ou morto, o que posso dizer?
Tenho 23 anos agora, viverei para ver os 24?
Do jeito que as coisas estão indo, não sei
[Refrão 2] Me diga, porque somos tão cegos para perceber
Que aqueles que magoamos somos eu e você?
(x 1)
O poder no dinheiro, o dinheiro no poder
Minuto após minuto, hora após hora
Todo mundo está fugindo, mas metade não olha
Está rolando na cozinha
Não sei o que está cozinhando
Eles dizem que tenho que aprender
Mas não tem ninguém aqui para me ensinar
Se não conseguem compreender isso, como eles podem me alcançar?
Acho que eles não podem,
Acho que eles não vão, Acho que eles estão encarando
É por isso que sei que minha vida está sem sorte, babaca!
[Refrão 1 e 2 (x2)]
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
Alice no país das maravilhas - parte 2
ALICE (Underground)
Avril Lavigne
Tripping out
Spinning around
I'm underground
I fall down
yeah, I fall down
I'm freaking out
So, where am I now?
Upside down
And I can't stop it now
It can't stop me now
oooh Oooooh Oooohhh
I - I'll get by
I - I'll survive
When the world's crashing down
When I fall and hit the ground
I will turn myself around
Don't you try to stop me
I - I won't cry
I found myself
In Wonderland
Get back on
My feet again
Is this real?
Is this pretend?
I'll take a stand
Until the end
I - I'll get by
I - I'll survive
When the world's crushing down
When I fall and hit the ground
I will turn myself around
Don't you try to stop me
I - I won't cry
I - I'll get by
I - I'll survive
When the world's crushing down
When I fall and hit the ground
I will turn myself around
Don't you try to stop me
I - And I won't cry
Alice no país das maravilhas - parte 1
Olá, galerinha leitora do meu blog! Apesar das críticas destrutivas, eu adorei o filme Alice no País das Maravilhas dirigido por Tim Burton. Minha intenção aqui não é fazer spoilers, mas sim dizer que vale muito a pena ver o filme, pois ele resgata elementos que muitos filmes de hoje não têm. Para os que não conhecem, vou deixá-los com o gostinho da trilha sonora! Até a próxima!
FOLLOW ME DOWN
3oh!3 Feat. Neon Hitch
Take me take me outta here it makes me
Feel so, feel so na na nana na
Baby baby here we all crazy
You don't have to worry na na nana na
So follow me down
Out of this town
Girl you're moving way too slow
So follow me down, I'll show you around
There's a place we gotta go
Follow me, follow me
Fa la-la-la-la [x2]
Fa la-la-la-la
Dancing, walking clock keeps on talking
They sing, they sing la la-la-la-la
Gentlemen and ladies, animals and babies
We sing, we sing na na na-na-na
So follow me down
Out of this town
Girl you're moving way too slow
So follow me down, I'll show you around
There's a place we gotta go
Follow me, follow me
Fa la-la-la-la [x2]
Fa la-la-la-la
Follow me, follow me
Fa la-la-la-la [x2]
Fa la-la-la-la
Ahh ah oh
Ah ah ah oh
Ah ah ah oh oh
Down down down down. Oh okay
Down, down. Down down. Oh, oh
Follow me, follow me
Fa la-la-la-la [x2]
Fa la-la-la-la
Follow me, follow me
Fa la-la-la-la [x2]
Fa la-la-la-la
FOLLOW ME DOWN
3oh!3 Feat. Neon Hitch
Take me take me outta here it makes me
Feel so, feel so na na nana na
Baby baby here we all crazy
You don't have to worry na na nana na
So follow me down
Out of this town
Girl you're moving way too slow
So follow me down, I'll show you around
There's a place we gotta go
Follow me, follow me
Fa la-la-la-la [x2]
Fa la-la-la-la
Dancing, walking clock keeps on talking
They sing, they sing la la-la-la-la
Gentlemen and ladies, animals and babies
We sing, we sing na na na-na-na
So follow me down
Out of this town
Girl you're moving way too slow
So follow me down, I'll show you around
There's a place we gotta go
Follow me, follow me
Fa la-la-la-la [x2]
Fa la-la-la-la
Follow me, follow me
Fa la-la-la-la [x2]
Fa la-la-la-la
Ahh ah oh
Ah ah ah oh
Ah ah ah oh oh
Down down down down. Oh okay
Down, down. Down down. Oh, oh
Follow me, follow me
Fa la-la-la-la [x2]
Fa la-la-la-la
Follow me, follow me
Fa la-la-la-la [x2]
Fa la-la-la-la
terça-feira, 4 de maio de 2010
Os sete Potter

Olá, amigos do meu blog! Faz tempo que estou devendo um post sobre a obra de J. K. Rowling, pois li os sete livros da coleção Harry Potter no ano passado e ainda não tinha comentado nada a respeito. Apertem os cintos e vamos viajar! (Cuidado, pois há spoilers!)
Fazendo uma breve introdução da história, começo falando que Harry é um garoto que vive com os tios e é hostilizado por eles, sendo obrigado a dormir debaixo do armário sob a escada, situação contrária a de seu primo Duda, que é mimado pelos pais. Eis que um dia Harry é estranhamente procurado por corujas-correio, que querem entregar uma carta a ele, porém, seu tio não deixa que o garoto abra as cartas e faz o impossível para fugir do correio mágico que procura Harry por todos os cantos. No entanto, isso não é suficiente para esconder o garoto de Hagrid, um guarda-caça, que o encontra e explica a Harry que ele é um bruxo e é muito famoso por ter derrotado um poderoso bruxo das trevas: Lord Voldemort (ou Você-Sabe-Quem). O problema é que Harry não tinha nenhum conhecimento disso, pois era apenas um bebê quando Voldemort matou seus pais. O poderoso bruxo tentou liquidar o menino, porém, a força do amor da mãe de Harry o salvou e o fez se tornar o único sobrevivente. A maldição da morte saiu pela culatra e Voldemort foi seriamente atingido. Ele se tornou um ser fraco e caiu no esquecimento. Só por esse fato, Harry se tornou famoso no mundo dos bruxos.
Tendo Hagrid como seu guia, Harry faz um tour pelo Beco Diagonal - uma espécie de rua de compras dos bruxos - e se enche de apetrechos que irão compor seu material de bruxo. Tais objetos são: varinha, caldeirão, roupas, livros e um animal (coruja, sapo ou gato). Tudo isso para estudar em Hogwarts, a escola de magia e bruxaria.
Na estação de trem, Harry conhece a doce e acolhedora família Weasley e vê em Rony o seu melhor amigo. Durante a viagem que levará para Hogwarts, Hermione se junta ao grupo. Está formado o trio de protagonistas.
Cada livro da série conta um ano da vida escolar de Harry.
Em seu primeiro ano, Harry conhece novos amigos, dentre eles o simpático e amigo diretor de Hogwarts, o professor Dumbledore; o esquisitão professor de poções, Snape; e a sábia Minerva McGonagall. De cara, o garoto já tem seu primeiro encontro com Voldemort, o bruxo caído que tenta voltar à vida de todas as formas. Para isso, o vilão tenta roubar a Pedra Filosofal numa tentativa de retornar de uma vez por todas, mas Harry, Rony e Hermione conseguem impedir seus planos.
No segundo ano, Lúcio Malfoy, pai do mimado e preconceituoso Draco Malfoy, coloca propositalmente o diário de Tom Riddle junto aos materiais de Gina Weasley, irmã mais nova de Rony. Tal fato desencadeia a abertura da Câmara Secreta e o perigo do Basilisco, monstro que petrifica e mata quem olha diretamente em seus olhos. Com a ajuda de Hermione e Rony, Harry encontra a câmara e derrota o monstro (além de salvar uma hipnotizada Gina).
O terceiro ano escolar de Harry é marcado pela notícia de que o Prisoneiro de Azkaban Sírius Black fugiu e está atrás da vida do jovem bruxo. Tudo é mero engano, pois Sírius é padrinho de Harry e deseja encontrar o garoto e protegê-lo. Durante a jornada, Rony fica machucado e é Hermione que vai auxiliar Harry, voltando no tempo e ajudando a resgatar Sírius e Bicuço, o hipogrifo de Hagrid.
A adolescência chega ao auge no quarto ano da vida escolar de Harry. Uma simples competição de quadribol (esporte dos bruxos) acaba em tragédia com a chegada dos Comensais da Morte. Para piorar, no campeonato tribruxo, Harry é escolhido como o quarto competidor pelo Cálice de Fogo e deve enfrentar três desafios. Tudo isso é uma cilada para que o garoto encontre a chave do portal e reencontre novamente com Voldemort. Usando de artifícios de bruxaria, o lorde do mal ressurge com força total, mata Cedrico (o outro campeão tribruxo) e desafia Harry. Harry é salvo da morte certa. Seus próximos anos jamais serão os mesmos.
A Ordem da Fênix protege Harry secretamente em seu quinto ano escolar. Depois de quase ser expulso de Hogwarts por usar magia na frente de trouxas, Harry tem que aguentar as imposições de Dolores Umbridge, uma mulher ditadora que impõe regras conservadoras e impede os alunos de terem aulas práticas de magia. Para isso, Harry e seus amigos criam a Armada de Dumbledore, cujo objetivo é treinar os alunos secretamente. Paralelamente a isso, ninguém acredita em Harry quando este disse que Voldemort voltou. O clímax da história acontece quando os alunos vão para o ministério da magia encontrar uma profecia, que diz sobre Harry e Voldemort: nenhum pode continuar vivendo se o outro não morrer. Para piorar a situação, Belatriz, serva fiel de Voldemort, mata Sírius Black.
N sombrio sexto ano de Harry, o garoto começa a se dar bem na matéria de poções graças ao livro do Príncipe Mestiço. A história do Enigma do Príncipe gira em torno de Harry ser orientado por Dumbledore sobre toda a história de Tom Riddle (Lord Voldemort) e sua ambição de se tornar imortal. Quando consegue extrair as lembranças do professor Horácio, Harry descobre que o instrutor informou a Tom sobre a lenda das horcruxes. Para se tornar imortal, o bruxo deveria matar sete pessoas e assim dividir sua alma em sete objetos. A jornada de Harry seria encontrar as horcruxes e destruí-las para assim enfraquecer a alma de Voldemort. Em contrapartida, Draco Malfoy é instruído por Voldemort durante o ano escolar a matar Dumbledore. Quando o garoto encurrala o diretor e não consegue matá-lo, Snape surge e acaba com a vida de Dumbledore para a surpresa de todos.
A conclusão da história acontece em Relíquias da Morte. A proteção do amor da mãe de Harry acabará quando ele completar 17 anos e por isso ele é escoltado pela Ordem da Fênix. Olho-Tonto Moody é o primeiro a morrer na jornada. Harry, Hermione e Rony decidem seguir a jornada sozinhos e não contarem para ninguém sobre as horcruxes, como Dumbledore os orientara. A primeira horcruxe já havia sido destruída, pois era o Diário de Tom Riddle. Dumbledore já tinha destruído o anel do avô de Tom. Faltava Harry e seus amigos destruírem o Medalhão de Slytherin, a Taça de Hufflepuff, o Diadema de Ravenclaw, a cobra Nagini e, pasmém, a própria cicatriz de Harry. Após perderem muitos amigos, Harry, Hermione e Rony se reúnem com Neville, Gina e Luna para o combate final em Hogwarts. Voldemort chega a matar Harry com seu Avada Kedrava, porém, o que ele realmente mata é a última horcruxe. Na hora derradeira de matar o garoto, o tiro sai pela culatra e Voldemort tomba morto. Tudo porque o vilão não tinha poder sobre a varinha das varinhas, que é uma relíquia da morte (as outras duas são a capa da invisibilidade de Harry e a pedra da ressurreição). O livro termina mostrando a vida de Harry casado com Gina e Rony casado com Hermione. A cicatriz de Harry nunca mais tinha doído. Tudo estava bem.
sábado, 4 de abril de 2009
Star Wars - Modernidade e Pós-modernidade

STAR WARS
Há muito tempo, em uma galáxia muito, muito distante...
E não tão distante assim, em 1977 surgia um filme que ninguém apostava no seu sucesso e que simplesmente achavam ridículo. Mas esse mesmo filme mudou a história do cinema e aí surgiu a era “blockbuster” (arrasa-quarteirões). Foi preciso muita ousadia do cineasta George Lucas para enfrentar preconceitos e deboches. Mas qual gênio que mudou drasticamente algo na humanidade não sofreu coisas parecidas?
A história espacial começou pela metade, visto que George Lucas achava que seria a parte mais interessante de se começar (nem ele mesmo sabia se o filme faria sucesso e se daria para concluir sua história posteriormente) e também pela tecnologia disponível na época. A história começou pelo episódio 4, em 1977, e o sucesso foi tanto que o dinheiro deu para custear os dois próximos filmes. Assim, foram lançados os episódios 5 (1980) e 6 (1983), tendo um sucesso semelhante e marcando gerações.
Vinte e dois anos depois, em 1999, George Lucas decidiu que era hora de voltar ao tempo e realizar os primeiros episódios de Star Wars, história essa que se passa antes da trilogia original, ou seja, episódios 4, 5 e 6. Então é lançado o episódio 1, sucesso de bilheteria no cinema, mesmo com a história considerada por muitos fraca. A persistência de Lucas o fez realizar os episódios 2 (2002) e 3 (2005). Na ordem cronológica, os filmes e seus respectivos nomes e anos de exibição ficam assim:
Ø Star Wars – Episódio 1: A Ameaça Fantasma (1999);
Ø Star Wars – Episódio 2: Ataque dos Clones (2002);
Ø Star Wars – Episódio 3: A Vingança dos Sith (2005);
Ø Star Wars – Episódio 4: Uma Nova Esperança (1977);
Ø Star Wars – Episódio 5: O Império Contra-Ataca (1980);
Ø Star Wars – Episódio 6: O Retorno de Jedi (1983).
Star Wars é um fenômeno de massa, atingindo inúmeras pessoas ao redor do planeta e sendo lançadas revistas, bonecos, livros, seriados, fantasias e vários outros itens colecionáveis.
Após essa revisão toda, chego onde quero realmente falar. A modernidade trouxe Star Wars à vida e nos presenteou com uma primeira trilogia fantástica que com certeza deve ter feito parte da imaginação de muitas pessoas naquela época. As pessoas se sentiam ao lado de Luke Skywalker dentro de sua nave, aprendendo mais sobre a Força e sofrendo ou temendo em suas lutas contra seu pai, o poderoso sith Darth Vader. Também riram muito com as trapalhadas de C3PO e seu fiel amigo R2D2 (porque não Dom Quixote e Sancho Pança?), assim como torceram pelo amor de Leia e Han Solo.
A segunda trilogia, que conta o início da história, apresentou um mundo de efeitos especiais maravilhosos e lindos, mas a história ficou mais fraca. Ao ver as batalhas de naves ou o romance de Anakin Skywalker (futuro Darth Vader) com Padmé, nos sentimos lá distantes, apenas acompanhando uma bela pintura em uma parede e sem vida. Como até li em outro site, os personagens parecem apenas bonecos parados em uma prateleira e que não despertam nenhuma emoção no telespectador. Não estou detonando os filmes, afinal, gosto e sou fã de Star Wars. Aprecio todos os 6 episódios. Mas acredito que os episódios de 1 a 3 poderiam ter sido melhores. Mas os tempos são outros e a essência do mundo pós-moderno já não leva tão em conta emoções assim.
E aqui concluo os meus pensamentos voltando para a era que estamos passando: a pós-modernidade. Essa mesma era que o homem é um ser “nem aí”, que não tem relações com o seu passado, que nem Deus e nem o próprio homem valem mais nada para si mesmo, começamos a compreender um pouco a arte e a atual situação em que passamos. Deixamos de dar valor em sentimentos e naquilo que somos para poder cumprir um papel fantasioso, de valorizar mais o nada, de cortar relações com nossa essência. Não sei se alguém me compreendeu até aqui, mas fiz essa analogia com Star Wars para enfatizar a mudança no comportamento do ser humano. E isso se reflete na arte, na pintura, na música e em filmes como Star Wars. O que está ganhando mais espaço: a profunda análise da mulher em canções de Chico Buarque ou funks que repetem palavras como se fôssemos acéfalos?
E em Star Wars, deixou-se de valorizar e aprofundar a essência humana das personagens para dar espaço à tecnologia, ao visual que a pós-modernidade pode oferecer. Talvez algum jovem leitor que venha a ler isso aqui ache tudo uma grande bobagem e que andei bebendo ou fumando umas. Talvez o cérebro desse mesmo jovem já esteja acostumado e adaptado para ser mais receptivo com todas as inovações do século XXI. Não estou dizendo que os filmes de hoje não despertem emoções. Mas, quando despertam, é pela aventura e inovação. Se forem para o lado de despertar emoção na personalidade das personagens, talvez façam pouco sucesso. E aí, discordam?
Saudosista eu? Olha que o primeiro filme que vi foi o episódio 1!
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