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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Obcecados com o "melhor"

 
 
Estamos obcecados com "o melhor".
Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor".
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.
Bom não basta.
O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor".
...
Isso até que outro "melhor" apareça e é uma questão de dias ou de horas até isso
acontecer.
Novas marcas surgem a todo instante.
Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado,
modesto, aquém do que podemos ter.
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.
Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta
conquistar ou ter.
Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo
melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.
Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.
Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa?
E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?
O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"?
Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um
melhor e dez vezes mais caro?
O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?
Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixados ansiosos
e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos.
A casa que é pequena, mas nos acolhe.
O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.
A TV que está velha, mas nunca deu defeito.
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens
"perfeitos".
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar à
chance de estar perto de quem amo...
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem.
O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.
Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?
Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" a gente nem percebeu?
Sofremos demais pelo pouco que nos falta
e alegramo-nos pouco pelo muito que temos.
 
 
(Desconheço a autoria)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Valentine's day


Olá, amigos! Após um breve intervalo sem postagens, aqui estou eu de volta. E na véspera do dia dos namorados, ou Valentine's day em inglês. Aliás, vocês sabiam que essa data é comemorada em fevereiro no mundo todo? Por questões óbvias, a data foi transferida para junho somente aqui no Brasil por causa do carnaval. É o capitalismo, né? Creio até que eu já tenha comentado isso aqui no blog, mas nunca é demais repetir.

Bom, após muitos anos, este dia eu não comemorarei pelo simples fato de estar solteiro. Com certeza é um período de grandes aprendizados, de olhar para trás e analisar os meus erros e também ver o quanto sou uma boa pessoa. Um pouquinho de solidão não faz mal pra ninguém. Ruim é quando ela dura muito tempo.




Obs: eu realmente odeio essa nova interface do blogger...


Pretending

(Glee)

Face to face and heart to heart
We're so close yet so far apart
I close my eyes, I look away
That's just because I'm not okay

But I hold on
I stay strong
Wondering if we still belong

Will we ever say the words we're feeling
Reach down underneath and tear down all the walls
Will we ever have a happy ending
Or will we forever only be pretending
Will we a-a-a-always a-a-a-always a-a-a-always? be pretending

How long do I fantasize
Make believe that it's still alive
Imagine that I am good enough
And we can choose the ones we love
But I hold on, I stay strong
Wondering if we still belong

Will we ever say the words we're feeling
Reach down underneath and tear down all the walls
Will we ever have a happy ending
Or will we forever only be pretending
Will we a-a-a-always a-a-a-always a-a-a-always? be

Keeping secrets safe
Every move we make
Seems like no one's letting go
And it's such a shame
Cause if you feel the same
How am I supposed to know

Will we ever say the words we're feeling
Reach down underneath and tear down all the walls
Will we ever have a happy ending
Or will we forever only? be pretending
Will we a-a-a-always a-a-a-always a-a-a-always be
Will we a-a-a-always a-a-a-always a-a-a-always be
Will we a-a-a-always a-a-a-always a-a-a-always be pretending

 

 

 Fingindo

Cara a cara e coração a coração
Nós estamos tão perto mas tão longe
Eu fecho meus olhos, eu olho pra longe
Isso é só porque eu não estou bem

Mas eu persisto,
Me mantenho forte
Imaginando se ainda nos pertencemos

Nós iremos um dia dizer as palavras que estamos sentindo
Alcançar o fundo e derrubar todas as paredes
Iremos nós ter um final feliz
Ou iremos pra sempre ficar só fingindo?
Iremos s-s-s-sempre, s-s-s-sempre, s-s-s-sempre ficar fingindo?

Por quanto tempo eu vou fantasiar
Fazer acreditar que isso ainda está vivo
Imagine que sou bom o bastante
E podemos escolher o que nós amamos
Mas eu persisto, me mantenho forte
Imaginando se ainda pertencemos

Nós iremos um dia dizer as palavras que estamos sentindo
Alcançar no fundo e derrubar todas as paredes
Iremos nos ter um final feliz
Ou iremos para sempre ficar só fingindo?
Iremos s-s-s-sempre, s-s-s-sempre, s-s-s-sempre ficar fingindo?

Mantendo os segredos seguros
Qualquer movimento nosso
Parece que ninguém está deixando para lá
E é uma pena
Porque se você sente o mesmo
Como eu deveria saber

Nós iremos um dia dizer as palavras que estamos sentindo
Alcançar o fundo e derrubar todas as paredes
Iremos nós ter um final feliz
Ou iremos sempre ficar só fingindo?
Iremos s-s-s-sempre, s-s-s-sempre, s-s-s-sempre ficar
Iremos s-s-s-sempre, s-s-s-sempre, s-s-s-sempre ficar
Iremos s-s-s-sempre, s-s-s-sempre, s-s-s-sempre ficar fingindo?

terça-feira, 8 de maio de 2012

Quando aquilo que é nosso nos é arrancado...



Após quase uma semana que aconteceu algo não legal em minha trajetória de vida é que resolvi postar algo. Tenho guardado muitos pensamentos e alguns ficam engavetados em minha memória. Às vezes bate uma preguiça para poder digitar tudo isso ou mesmo há a falta de tempo. Tempo esse que você quer procurar se distrair, dar atenção aos amigos, dormir... Mas desabafar é preciso!

De vez em quando me pego pensando na maldade que os seres humanos fazem uns com os outros. Às vezes (na maioria delas até) é uma maldade sem um prêmio, apenas para fazer o outro sofrer. Outras vezes, as pessoas fazem maldade para tirar algo de outra pessoa, sem a menor decência. É tão ruim quando temos algo tirado de nós, algo que demos o suor pra conseguir, que nos fez suportar angustias, momentos ruins, momentos que poderíamos estar com a nossa família... ou seja, aquilo que conquistamos trabalhando, derramando suor e lágrimas. Aí você luta para conquistar algo e de repente vem um ser humano cruel, sem decência, inconsequente e tira algo que é seu.

Quando você descobre que alguém tirou algo que é seu e você se encontra de mãos atadas, a sensação e a vontade é de querer sentar e repensar a vida, refletir sobre este mundo. A vontade é de querer superar a vontade divina e direcionar um meteoro para acabar com esse planeta, já que o amor e o respeito ao próximo foram esquecidos. Valores tão bons esses que são desvalorizados hoje em dia. Já viu alguém te aplaudindo por ter feito uma coisa boa? Ou por dizer palavras boas? No mínimo, vão achar que você tem interesses sexuais na outra pessoa!

O nosso coração fica cheio de espinhos e somos impulsionados a dizer inúmeros palavrões (porra! Caralho! Que merda! É muito foda isso!) e desejar que inúmeras coisas ruins aconteçam com o ladrão. Afinal, em nenhum momento ele pensou no bem que nos tirou. Só quis saber de proveito próprio. Que seja para comprar a droga que vai acabar aos poucos com ele ou financiando a arma que um dia irá cravejar uma bala em seu peito. A raiva brota bem de dentro. Se encontrássemos com essa pessoa ruim, poderíamos matá-la com as mãos nuas!

Mas somos maiores que isso. A força que brotou de nós para conquistarmos o bem ainda continua aqui dentro, apesar de tudo. Coisas materiais são substituíveis. A nossa vida não. Coitada da pessoa que fez o mal. Acredito que tudo o que fazemos de ruim acaba voltando para nós algum dia. E talvez a gente nem se dê conta do porquê estarmos sofrendo e passando por coisas ruins. Sábio é quem enxerga isso. Podemos conquistar tudo de novo. Coitado de quem não tem a consciência limpa e não se dá conta disso. Essa pessoa pode ter conseguido coisas materiais, mas tem a infelicidade de viver desconfiando das pessoas. E também de cair em um abismo a qualquer hora.

sábado, 5 de maio de 2012

Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore

Olá, amigos do blog! Não comemorei a tempo os quatro anos de existência deste blog no dia 29 de abril, mas não vou deixar passar a data. Aqui se tornou uma espécie de diário e canto cultural, onde eu postei somente coisas que expressam meus pensamentos e opiniões. Muitas coisas aconteceram durante esses quatro anos e aqui foi uma espécie de lugar onde eu coloquei tudo pra fora. Agora com a minha entrada no facebook, as frases mais rápidas eu deixo registradas lá. Porém, sempre que eu quiser refletir mais, venho aqui e derramo uma gota de pensamento.

Pra finalizar, deixo aqui um lindo vídeo. Assistam até o final e não se arrependerão!



quarta-feira, 18 de abril de 2012

A síndrome dos vinte e tantos



Muito semelhante à minha atual fase...


A SÍNDROME DOS VINTE E TANTOS

A chamam de ‘crise do quarto de vida’.
Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos.
Se dá conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc..
E cada vez desfruta mais dessa cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.
As multidões já não são ‘tão divertidas’. ..
E as vezes até lhe incomodam.

E você estranha o bem-bom da escola, dos grupos, de socializar com as mesmas pessoas de forma constante.
Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas que conheceu e que o pessoal com quem perdeu contato são os amigos mais importantes para você.
Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor.
Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto pôde lhe fazer tanto mal.

Ou, talvez, a noite você se lembre e se pergunte por que não pode conhecer alguém o suficiente interessante para querer conhecê-lo melhor.
Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar.
Talvez você também, realmente, ame alguém, mas, simplesmente, não tem certeza se está preparado (a) para se comprometer pelo resto da vida.
Os rolês e encontros de uma noite começam a parecer baratos e ficar bêbado(a) e agir como um(a) idiota começa a parecer, realmente, estúpido.
Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado(a) e significa muito dinheiro para seu pequeno salário.

Olha para o seu trabalho e, talvez, nao esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.
Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer.
Suas opiniões se tornam mais fortes.
Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é.
Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso (a).
De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando.

Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você.
E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.
O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse textos nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes.
Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça… Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos…

Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro.
Parece que foi ontem que tínhamos 16…
Então, amanha teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?!


FAÇAMOS VALER NOSSO TEMPO… QUE ELE NÃO PASSE!


(desconheço a autoria)

sábado, 14 de abril de 2012

Por que nada pode ser pra sempre


POR QUE NADA PODE SER PRA SEMPRE


Em algum momento senti falta de você
Depois das dezoito o mundo silencia pra mim
Na minha cabeça se passam mil histórias
E eu tento alcançar o que o tempo leva pra longe

Parece que nunca aproveitamos o que se faz presente
Sempre esperamos muito mais do agora
Tentamos reviver o que já se foi
E achamos que o futuro não serve de mais nada

E a pergunta que nunca quis se calar:
Será que terei tudo aquilo de volta pra mim?
Exatamente do jeito que era antes
Nada aperfeiçoado, nada diferente

Mas meu pai me dizia que a vida sempre se renova
Eu fingia um sorriso pra dizer que entendia
Mas a verdade é que até hoje não entendo
Por que nada pode ser pra sempre?

Hoje eu mexi nas lembranças da minha memória
É um campo minado, mas cheio de arco-íris
É também um mundo de felicidades
Que nem mesmo eu consigo destruir


(Por: Roberto Borges - autor deste blog)

sexta-feira, 16 de março de 2012

Para que serve uma relação?


Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem corpo um do outro quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro ao médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.


Por Drauzio Varella

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Segue o seco



Por fim, para terminar as postagens do mês de janeiro (esse foi o ano que mais postei no mês do meu aniversário!), coloco aqui um maravilhoso clipe com uma letra igualmente maravilhosa da nossa querida Marisa Monte. Claro, tinha que ser sobre chuva! Não deixem de ver o clipe. Quem já conhece, com certeza acha muito bom. Quem não conhece, terá a oportunidade de ver e sentir a sensação e alegria que é a chuva em um lugar seco. Perfeito!



SEGUE O SECO
(Marisa Monte)

A boiada seca
Na enxurrada seca
A trovoada seca
Na enxada seca
Segue o seco sem secar que o caminho é seco
sem sacar que o espinho é seco
sem sacar que seco é o Ser Sol
Sem sacar que algum espinho seco secará
E a água que sacar será um tiro seco
E secará o seu destino seca
Ô chuva vem me dizer
Se posso ir lá em cima prá derramar você
Ó chuva preste atenção
Se o povo lá de cima vive na solidão
Se acabar não acostumando
Se acabar parado calado
Se acabar baixinho chorando
Se acabar meio abandonado
Pode ser lágrimas de São Pedro
Ou talvez um grande amor chorando
Pode ser o desabotado do céu
Pode ser coco derramado

sábado, 21 de janeiro de 2012

Chega de Luiza do Canadá, mulher grávida ou navio naufragado... Vamos divulgar notícias boas!


Para nós, população brasileira, que não lemos jornais diariamente, que não lemos livros e nem nos mantemos informados sobre o que acontece lá fora, que não procuramos entender a nossa constituição, que não temos coragem de ir às ruas protestar contra os altos salários dos deputados ou o aumento da gasolina, que damos grande importância para mulheres e homens idiotas e estúpidos, que paramos para escutar músicas que agridem a moral do próximo, é importante que não esqueçamos sobre fatos determinantes que acontecem em nosso país.

Não sei até onde dar credibilidade, mas quero deixar registrado aqui em meu blog a atitude do deputado federal José Antônio Reguffe. Se ele continuar com esse pensamento e demonstrar com ações o que propõe, ganhará meus aplausos e meu voto para que possa me representar lá no poder, no meio de tantos vagabundos. Se ele não der sua palavra, fica aqui um registro para que eu possa ter uma atitude diferente da maioria dos brasileiros e possa me lembrar do que ele mentiu. Sem pão e circo, por favor. Não sou idiota. Agora é contigo, Reguffe.


Reportagem:

Aos 38 anos, o economista José Antônio Reguffe (PDT-DF) foi eleito deputado federal com a maior votação proporcional do País – 18,95% dos votos válidos (266.465 mil) no Distrito Federal. Caiu no gosto do eleitorado graças às posturas éticas adotadas como deputado distrital. Seus futuros colegas na Câmara dos Deputados que se preparem. Na Câmara Legislativa de Brasília, o político desagradou aos próprios pares ao abrir mão dos salários extras, de 14 dos 23 assessores e da verba indenizatória, economizando cerca de R$ 3 milhões em quatro anos. A partir de 2011, Reguffe pretende repetir a dose, mesmo ciente de que seu exemplo saneador vai contrariar a maioria dos 513 deputados federais. Promete não usar um único centavo da cota de passagens, dispensar o 14º e 15º salários, o auxílio-moradia e reduzir de R$ 13 mil para R$ 10 mil a cota de gabinete. “O mau político vai me odiar. Eu sei que é difícil trabalhar num lugar onde a maioria o odeia. Quero provar que é possível exercer o mandato parlamentar desperdiçando menos dinheiro dos cofres públicos”, disse em entrevista à ISTOÉ.


Fonte:
http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/104706_UM+HOMEM+FICHA+LIMPA

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O Déficit de Atenção e nossas "Redes Sociais"


O Déficit de Atenção e nossas “Redes Sociais”


Perdão a todos, por mais uma vez por tentar “falar” de outro tema, estranho ao meu conhecimento, e minha vã compreensão.
Bem, o que gostaria de compartilhar com “vocês” é o motivo de nos apegarmos tanto nas “tais” Redes Sociais.
Aliás, pelo menos depois de algum tempo, acreditamos que sabemos das nossas necessidades, e mais ainda, aquelas vinculadas a nossa “psique”.

É! Não é fácil, todos estamos à mercê das nossas dependências, e mais ainda, das internas. Dentre elas, a mais recorrente, a meu ver, são as nossas carências. De verdade, deve ser a mais intensa. E na prática, é a que mais escondemos. Geralmente, até de nos mesmos.
E meus caros, somos carentes de quase tudo! De Vida, de perspectiva, de valores, de intensidade, e principalmente de reconhecimento e “invariavelmente” de sermos vistos, ouvidos e de sabermos que os “demais” saibam que existimos. E se possível! Que todos saibam que somos bons, ou ainda, muito bons em alguma coisa.

Com o tempo, e a maturidade, que pode ser algo rápido, demorado, ou até mesmo jamais chegar, mudamos nossos comportamentos e prioridades. Pelo menos, espera-se!

É verdade que, com o tempo, não mais tentamos nos socializar, pelo menos, não como fazíamos, nos primeiros anos de vida, na época da adolescência. Pelo contrário, com o tempo, nos interiorizamos, tentando nos entender, compreender nossa razão de ser, de existir, de ser e estar nesta vida. Talvez, possa até arriscar mencionar que, desejamos descobrir nossos “propósitos”, ainda que possamos pouco saber disso, em qualquer época da nossa trajetória da “simples” vida.
É o que isso tem a ver com as redes sociais, muitos podem estar se perguntando! Bem, a meu ver, tudo! Ou quase tudo, para não ser radical! São instrumentos de comunicação, e com base neles, interagimos. Espero não estar falando uma “imensa” bobagem. Se isso estiver! Que me perdoem meus amigos, colegas e demais “especialistas” nesta área.

Lembrando que, as redes sociais de hoje, nada mais são, com as devidas “proporções”, é claro, semelhantes aos adventos, como o: Telégrafo, Fax, Telefone Fixo, “Pager” etc. Todos eles no passado serviram para facilitar a comunicação entre as pessoas, ou ainda, diminuir as distâncias entre elas. A meu ver, maravilhosa a transição que vivemos, no século passado, e neste em particular. Podemos viver e ver melhorar a condição humana, quanto à nossa “comunicação”, para diminuir nossas distancias e laços.

Contudo, neste mesmo contexto, me preocupa algo em particular.
As relações humanas, baseada nos instrumentos, e não mais nas pessoas. A meu ver, parece-me, que estamos mais preocupados com os meios e não com os fins.

Vou ser mais prático!

Ao utilizar as “importantes” redes sociais, muitas das vezes, muitos de nos, se esconde. Não dos outros, mais muitas vezes de nos mesmos. Compartilhamos quase tudo, mais no fundo, nada de nos mesmos. Falta-nos, a meu ver: sentir mais, ver mais, compreender mais, os pequenos detalhes. Não olhamos mais nos olhos (às vezes, sequer via webcam). Isso não tem nada a ver com dizer a todos o que esta fazendo, o tempo todo! Tem mais ver, com dizer a poucos, o que de importante fez, faz ou quer fazer.
É uma pena que estamos no momento de “quantidade” de exposição, e pouca “qualidade” na demonstração.

Falta-me, a meu ver, contato físico! Nada, de verdade, contra as redes sociais. Mais muitos, Muitos mesmo, estão confundindo os “instrumentos” para facilitar o contato, com o contato de fato.

Bem, mais uma vez, me valido dos fatos. Vamos a eles!

Como sabemos, sempre fizemos e tivemos nossos encontros, fotos, mídias diversas. Mais nunca. Nunca mesmo! Estivemos tão expostos, e ao mesmo tempo, tão solitários e isolados com nossos pequenos “hardware” (celulares, Notebook, Palmtops) e nossos importantes “software” de comunicação.

É meus amigos, colegas, desconhecidos e demais categorias! Estamos cada vez mais “conectados” e “paradoxalmente” isolados e sozinhos em nos mesmos. Aliás, nem isso acontece mais, porque muitos de nos, sequer estar em si. Muitas vezes, solitários e “DESCONECTATOS” de si mesmo.

ALERTA: Perigosa, essa associação de exposição daquilo que pouco se “sabe” e “sente” de si mesmo, e mais ainda, daquilo que, pouco “Se é” e “Está”.
Qual - De que forma - A que tempo - E para quem, iremos usar nossos “instrumentos”, não é relevante neste contexto. Aliás, muitas vezes, não participar, se ausentar, e até mesmo, não se “dimensionar”, pode ser uma saída para nosso déficit de atenção.

Que os MEIOS não sobreponham aos FINS.

Ainda, a meu ver, queremos o que desde os primórdios, queríamos. Amar e ser amado!

Grande abraço a todos!

Obs.: Tenho muito a agradecer ao Twitter, Orkut, Facebook, Gtalk, MsN, e aos demais instrumentos de comunicação.


(Autor: Marcelo Bispo)

sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo!!!




2011 foi mais um ano de grandes aprendizagens em minha vida. Aprendi a dar grandes e importantes passos em minhas decisões, fazer valer mais ainda a minha opinião e estar perto de quem realmente se importa comigo.

Embora muitas vezes ter cogitado que tal coisa não estava lá a meu alcance, fui lá e fiz. E deu certo. Comecei novas experiências, estudei, aprendi a dirigir meu carro e tentei retomar algo que ainda estava pendente no coração, mas que depois de muito tempo eu entendi que realmente era para deixar o tempo levar.

Fiz valer a minha opinião, os meus sentimentos e tudo mais que eu tinha que colocar pra fora. Quantos desafios e decepções passei esse ano! Se eu não desabafasse, teria ficado mais doido e mais doente do que fiquei. Sou tido como reclamão sim, mas estou pouco me lixando pra isso. Se me incomoda, falo mesmo. Doa a quem doer. Antes de pensar nos outros, penso em mim.

Também fiz questão de estar próximo de quem se importa e gosta de mim. Não adianta nada a gente achar aquela pessoa bonita e/ou legal se ela nem sabe que você existe ou nem dá atenção ao que você fala. A vida nos ensina que é melhor a gente ser fiel àqueles que nos escutam e nos telefonam frequentemente.

Aprendi a lidar com situações no lado profissional. Embora eu discorde de várias coisas, acho que no fundo ou lá no futuro eu posso ganhar alguma coisa sendo dedicado e responsável. Nos primeiros momentos, parece até que aqueles que dão uma de espertinhos e somem ou conseguem obter umas vantagens estão ganhando a jogada, mas eles só têm a perder em um tempo não muito distante lá na frente. O melhor é continuar fazendo a minha parte e lutar por coisas melhores. Se você se garante e faz tudo da maneira mais correta possível, será difícil para alguém te derrubar com argumentos.

Por fim, em 2012, espero amadurecer mais e mais, fazer mais amizades e estar perto de pessoas que se importam comigo. Espero ter decisões mais firmes e focar em objetivos e projetos, pois a vida pede a todo instante que a gente decida para onde queremos ir. O tempo não para e quem fará meu ano de 2012 serei eu mesmo. Claro que com a total ajuda de Deus!

FELIZ 2012!!!



OVER THE RAINBOW


Somewhere over the rainbow
Way up high,
There's a land that I dreamed of
Once in a lullaby.
Somewhere over the rainbow
Skies are blue,
And the dreams that you dare to dream
Really do come true.

Someday I'll wish upon a star
And wake up where the clouds are far
Behind me.
Where troubles melt like lemon drops
High above the chimney tops
That's where you'll find me.

Somewhere over the rainbow
Bluebirds fly.
Birds fly over the rainbow.
Why then, oh why can't I?



ALÉM DO ARCO-ÍRIS


Em algum lugar além do arco-íris
Lá no alto,
Há uma terra com a qual eu sonhei
Em uma canção de ninar.
Em algum lugar além do arco-íris
Os céus são azuis,
E os sonhos que você ousa sonhar
Realmente se tornam realidade.

Algum dia eu vou desejar sob uma estrela
E acordarei onde as nuvens estão bem atrás
De mim.
Onde os problemas derretem como balas de limão
Bem acima dos topos das chaminés
É onde você me encontrará.

Em algum lugar além do arco-íris
Pássaros azuis voam.
Pássaros voam além do arco-íris.
Por que então, por que eu não posso?

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Uma lição de amor



O filme é de 2001 e conta com Sean Penn, Michele Pfeiffer e Dakota Fanning. Eu particularmente gosto muito desse filme. Nele vemos a emocionante história de amor entre Lucy e seu pai.

Ainda pequena, a garota é abandonada pela mãe e criada pelo pai solteiro, que é um homem que pouco desenvolveu a sua mentalidade, sendo comparado a uma criança de 7 anos. Esse homem assume a responsabilidade de cuidar da educação da garotinha e se torna seu companheiro de vários momentos. No entanto, a sociedade faz com que a garota tenha sentimentos confusos em relação ao seu pai. Ela começa a crescer e seu raciocínio se torna mais avançado do que o dele. O serviço social intervém no lar familiar para separar Lucy e fazer com que ela seja adotada por outra família.

As leis aqui aplicam-se rigorosamente para que a criança seja educada ao lado de pessoas além da sua capacidade de entender as coisas ao seu redor, na intenção de dar para ela um futuro melhor. Porém, esquecem-se de que o caminho de amor e ternura que trouxe a garota até aquele momento foi o amor que o pai adotivo sentiu por ela, e para ter esse amor, não é necessário ter uma mentalidade elevada.

O fim do filme pelo menos não é trágico; após quatro sessões, a justiça determina que a garota terá a adoção sob custódia e viverá com outra família até que a situação com seu pai se resolva. O casal que acaba adotando a garota permite que ela sempre vá dormir com o seu primeiro pai adotivo, o único que consegue corresponder ao amor de que tanto a menina precisa.

A lei é bastante rigorosa. O amor é um sentimento tão belo e forte, mas não conseguiu vencer as barreiras dos corações humanos. O pai adotivo poderia sim ficar com a garota e poderia ser assistido por uma outra pessoa com um Q.I. mais elevado do que o dele - coisa que acabou acontecendo no final do filme, só que sob um enfoque diferente.

Recomendo!

domingo, 27 de novembro de 2011

Era uma vez...


Era uma vez, em um mundo dos sonhos, os sentimentos bons: atenção, compromisso, fidelidade, cuidados e talvez amor.

E era uma vez também, no mesmo mundo, os sentimentos ruins: depressão, angústia, fraqueza, falta de amor próprio, baixa autoestima, ódio, imaturidade e acusações.

Um dia eles resolveram se misturar. Aventuras e desafios pra lá e pra cá.

Infelizmente a mentira tomou conta. A baixo-autoestima fez buscar soluções alternativas que não estavam programadas e só se desvalorizou com isso. A depressão se juntou com as acusações e fizeram reinar a tristeza. A falta de amor próprio enxergava no espelho coisas que não existiam. Depois de tanto se misturarem, o amor se contaminou e virou ódio.

E eles viveram infelizes para sempre!

O narrador da história observou que houve uma luta dos sentimentos bons para que tudo ficasse em equilíbrio, mas os sentimentos ruins, como bons bipolares que são, resolveram estragar tudo. São carentes, imaturos e inconsequentes. Eles acham que amar é ser possessivo.

O pior disso tudo é que, no final, eles precisaram mentir. Mentir para si mesmos, para amigos e familiares. Contar uma mentira até para eles mesmos acreditarem (e se enganarem) que é verdade, para esconder o fracasso estampado em suas almas.

Mentindo para si mesmos, eles se livram da culpa e da consciência pesada; vivem num mundo de ilusões, coitados.

Mentindo para os amigos, eles ganham apoio e disfarçam a sua carência. Precisam que alguém afirme alguma coisa para eles para que não se sintam solitários, pobres coitados.

Mentindo para os familiares, eles talvez ganhem algum afago. Contam tudo para a mãe e afirmam que a culpa é do outro. São bem inconsequentes e mimados.

Ao final, eles até podem ter feito os sentimentos bons sofrerem, mas nunca sairão vitoriosos. A vida vem e derruba com aquele maremoto de aprendizados. Alguns se superam e amadurecem, enxergam a vida de outra forma. Outros insistem em persistir no erro por causa de seu orgulho, de seu ego. Coitados, só têm a perder na vida. Passam por maus bocados, ficam doentes e jamais aprendem.

Quanto aos heróis da história, os sentimentos bons, eles choraram, sentiram algo preso dentro de si e viveram angustiados por breves momentos. Quase ficaram depressivos quando colocaram uma máscara em suas faces, afinal, precisavam sorrir para a vida, para as pessoas no trabalho. Souberam disfarçar bem. Quiseram até insistir na história porque ainda tinham amor em seus corações. Acharam até que estavam falhando no relacionamento. Porém, não estavam se sentindo livres. A melhor coisa que fizeram foi tocar a vida, pois todos merecem ser felizes. Os sentimentos ruins que fiquem para trás, pois nada contribuem. Te levam para o buraco junto com eles.

Os sentimentos felizes agora só precisam se reencontrar e esperar as feridas se curarem, afinal, eles realmente merecem ser felizes e terem muito amor no coração.


FIM


(Por Roberto Borges - criador deste blog)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

11-11-11


Bom, hoje estamos passando por uma data curiosa que já se repetiu outras 10 vezes (repetiu no seguinte sentido: 09/09/2009, 10/10/2010, ok?) e que no ano que vem terá a última, já que não existe mês 13. Durante todo esse tempo que vivi, não percebi diferença nenhuma na minha vida. As coisas continuam da mesma maneira. Atrevo-me a dizer que é uma tremenda bobagem de quem acredita em negócios de numerologia ou outras coisas parecidas. Pelo menos pra mim. A minha vida continua da mesma maneira, o mundo continua caminhando para a destruição mesmo e as coisas continuam seguindo o ritmo natural dos acontecimentos.

Entendo que datas servem para comemorar alguma coisa, como o nosso aniversário, feriados, etc, mas a gente cria uma expectativa tão grande a respeito desses dias que depois acabamos frustrados e entediados nas datas específicas. Quantos aniversários passamos sendo como um dia qualquer e com pessoas que você tem consideração se esquecendo dessa data? Quantas vezes o natal se transformou em um dia entediante e com as pessoas só levando em consideração o dia 24, que é o dia da ceia, e se esquecendo de falar sobre Jesus e praticar boas obras?

O que estou levando em consideração é que datas (números) são o que menos importam, mas sim o que as pessoas fazem de melhor naquele dia. Se é o aniversário, dão um abraço, parabenizam a pessoa (não precisa necessariamente dar presente; ser lembrado é melhor do que ganhar presentes vazios de sentimentos); se é natal, vamos falar sobre Jesus e abrir o coração para ajudar alguém necessitado. O que importa não é a data, mas sim o que você faz naquele dia ou em qualquer outro dia que não tenha comemoração específica.

sábado, 22 de outubro de 2011

Vai um pouco de cultura inútil aí?


Clique na imagem para vê-la maior!




Tem hora que a gente se estressa com a chamada "cultura inútil brasileira". Tanto espaço na mídia para coisas fúteis, como a mulher-maçã, que se emocionou com a morte do "Esteve Jobs", etc. Me pergunto por que esse tipo de pessoas é admirado por essa geração? A juventude de hoje acha que, por existir só isso na mídia, deve ser seguido! Pessoas como ela nada contribuem para a vida das pessoas! Odeio isso!
Pegando o gancho da tirinha, coloco aqui a música do Gabriel, o pensador, a respeito da futilidade.
Não podemos nos deixar emburrecer. Temos que ter consciência dos nossos atos e da política, principalmente em um país como o Brasil, em que muitos políticos têm uma vida de príncipe ganhando 27 mil reais por mês! Um absurdo!!! Abaixo ao emburrecimento da população! Mais cultura e educação para todos!




RETRATO DE UM PLAYBOY (JUVENTUDE PERDIDA)
Gabriel O Pensador


Pergunta prum playboy o quê ele pensa da vida
Sabe o que ele te diz? (Se borra todo) Não
Mais ou menos assim:
"Sou playboy e vivo na farra
Vou à praia todo dia e sou cheio de marra
Só ando com a galera e nela me garanto
Só que quando estou sozinho eu só ando pelos cantos
Porque eu luto Jiu-Jitsu mas é só por diversão
(É isso aí meu "cumpádi" my brother meu irmão)
Se alguma coisa está na moda então eu faço também
Igualzinho a mim eu conheço mais de cem
Se eu faço tudo o que eles fazem então tudo bem
Não quero estudo nem trabalho
Não vem que não tem
Porque eu sou um playboyzinho e disso não me envergonho
Não sei o que é a vida Não penso Não sonho
Praia, surf e chopp essa é a minha realidade
Não saio disso porque me falta personalidade
Não tenho cérebro
Apenas me enquadro no sistema
Ser tapado é minha sina
Ser playboy é o meu problema!
Faço só o que os outros fazem e acho isso legal
Arrumo brigas com a galera e acho sensacional
Me olho no espelho e me acho o tal
Mas não percebo que no fundo eu sou um débil mental!

Eu sou playboy filhinho de papai
Me afundo nessa bosta
Até não poder mais
Sou playboy filhinho de papai
Sou um débil mental
Somos todos iguais

Com a cabeca raspada ou cheia de parafina
Eu tiro onda porque acho que sou gente fina
Mas na verdade eu pertenço à pior raça que existe
Eu sou playboy! Penso que sou feliz mas sou triste
Eu sou pior que uma praga eu sou pior que uma peste
Eu tô em qualquer lugar da superfície terrestre
E digo aonde a playboyzada prolifera-se a mil
É num país capitalista pobre como o Brasil
Onde não somos patriotas ou nacionalsitas
Gosto das cores dos States com as estrelas e as listras
E o que eu sinto pelo país é o que eu sinto pelo povo
Olha só que legal quando eu pego um ovo
E entro no carro com os amigos e levo o ovo na mão
(Olha o ponto de ônibus
Freia aí meu irmão!!)
E eu taco o ovo bem na cara de um trabalhador
Que esperava o seu ônibus que passou e não parou
Que maneiro eu não ligo pra quem tá sofrendo
Em vez de eu dar uma carona eu deixo o cara fedendo
Que legal se um mendigo me pede um cigarro
É apenas um motivo pra eu tirar mais um sarro
Sacanear um mendigo é a maior diversão
Não tem problema há quantos dias ele não come um pão
E por falar em pão que eu como todo dia
Eu me lembrei da empregada que se chama Maria
Ela me dá comida me dá roupa lavada
Mas quando eu tô presente ela é sempre humilhada
Você precisa ver como eu trato a coitada
Eu a rebaixo a esculacho e fico dando risada

Refrão

Eu não sei nada dessa vida e desse mundo onde estou
E é quando eu saio de noite que eu vejo o merda que eu sou
Sem ter o que fazer sem ter o que pensar
Eu encho a cara de bebida até vomitar
E os meus falsos amigos que vão lá me carregar
São os mesmos que depois só vão me sacanear
Mas na cabeca da galera também não tem nada
Somos um bando de merdas dentro da mesma privada
É até engracado
Eu não decido nada
Pela moda sou guiado
Adoro reggae mas não sei o que Bob Marley diz
E se eu soubesse talvez não fosse tão infeliz!
Porque eu sou um otário a minha vida não presta
Inteligencia?
Não tenho - A burrice é o que me resta
Mas agora dá licença que eu vou parar
Minha cabeca tá doendo
Eu vou descansar
E esse lugar tá fedendo
Quem mandou eu pensar? Porque...

Refrão"

Esse é o retrato da nossa juventude
Seja o playboy da maconha ou o playboy da saúde
E se cuidarmos assim do futuro do Brasil
Vamos levar este país para a puta que o pariu!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

"Imagine" - Para toda vez que você reclamar da sua vida



E pensar que brigamos por tão pouco, nos estressamos à toa, damos importância para problemas pequenos... Vídeo perfeito!



IMAGINE
(John Lennon)

Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today

Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace

You may say
I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day
You'll join us
And the world will be as one

Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world

You may say,
I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day
You'll join us
And the world will live as one



IMAGINE


Imagine que não há paraíso
É fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós
Acima de nós apenas o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo para o hoje

Imagine não existir países
Não é difícil de fazê-lo
Nada pelo que lutar ou morrer
E nenhuma religião também
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz

Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
você se juntará a nós
E o mundo será como um só

Imagine não existir posses
Me pergunto se você consegue
Sem necessidade de ganância ou fome
Uma irmandade de humana
Imagine todas as pessoas
Compartilhando todo o mundo

Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
Você se juntará a nós
E o mundo viverá como um só

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Trânsito, lugar de muitas imprudências


Hoje eu estava lendo no site do Correio Braziliense uma matéria que fala que os acidentes de trânsito no Distrito Federal matam um a cada 18 horas. Claro, com tanta falta de educação dos motoristas, não me espanto nem um pouco e nem é grande novidade. Bastou ter algum tempo de experiência para entender como funciona o trânsito na capital federal. Muita gente apressada, afobada, que quer disputar uns com os outros, que não respeita certas regras... Realmente é coisinha de gente de cérebro pequeno, mal educada e idiota.

Observo que há muitas pessoas que correm o dobro da velocidade da via. Será que estariam atrasadas? Oras, quem é que não se atrasa para ir em algum lugar? Agora, se você está atrasado, paciência! Não adianta querer voar (literalmente falando) por cima dos outros carros e querer se desviar de qualquer jeito, tomar a frente, agredir quem está em paz e fazendo as coisas corretas na rua. Quem mandou ser estúpido? Tá atrasado, vai continuar atrasado. Quer chegar no horário? Saia mais cedo!

Percebo e fico triste também com a falta de tolerância e paciência com quem é mais jovem. As pessoas ultrapassam quem está indo mais lento mesmo diante de um sinal vermelho! Um absurdo! Não sei se é recalque por ter um carro menos potente, ou mais velho e acabado que o seu e por isso quer disputar... enfim! São coisas que nos fazem ficar perplexos com tamanha sacanagem que esse bando de otários fazem por aí. Isso porque eu nem mencionei ônibus e caminhões, que simplesmente enfiam o veículo na sua frente. Eles sabem que estão em uma armadura maior e que a pessoa que mais vai se lascar numa batida será você.

E um amigo meu ainda acha que por Brasília ter mais carros e todos poderem comprar um significa desenvolvimento. Significa merda nenhuma! Isso é coisinha de país subdesenvolvido, de terceiro mundo, coisa que o Brasil mais sabe ser. Temos que nos preocupar é com a poluição que o excesso de carros gera e com o transporte público caro e de péssima qualidade que a gente tem. Ônibus caindo aos pedaços, que não cumprem horários, cobradores e cobradoras estressados, na TPM, e inúmeras outras coisas que somos obrigados a tolerar.

Enfim, cada povo tem o governo que merece. Educação é tudo. A educação no trânsito mais ainda, pois poderia ajudar a evitar muitas mortes. Obedecer a sinalização, o limite de velocidade da via, dentre outras coisas. Parece que se um faz errado, o outro copia também, pois não quer ficar para trás e nem ser bobo. Depois que enfiam carros em árvores ou batem em outros veículos, aí querem ter razão. Quando não perdem a vida ou prejudicam pessoas inocentes. Não dá para lamentar sempre todas as mortes no trânsito. Muitas aconteceram por imprudência mesmo. E quem desobedece as leis está se arriscando a morrer.


Fonte da notícia:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/10/11/interna_cidadesdf,273412/acidentes-no-transito-matam-uma-pessoa-a-cada-18-horas-no-distrito-federal.shtml

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Cinco principais arrependimentos



Publicado em 25 de fevereiro de 2011


Bronnie Ware trabalha com pacientes perto do fim da sua vida – pacientes terminais. Neste post, ela escreve sobre os principais arrependimentos que vieram à tona aos seus pacientes em seu leito de morte. Os cincos principais seguem abaixo:



1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira para mim, e não a vida que os outros esperavam de mim.

Este foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinham honrado a metade dos seus sonhos e morreram sabendo que era devido às escolhas que fizeram, ou deixaram de fazer.

É muito importante tentar realizar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que poucos percebem, até que já a não têm mais.



2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.

Isto veio de todos os pacientes do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam o crescimento de seus filhos e o companheirismo do parceiro. As mulheres também citaram este arrependimento, mas como a maioria era de uma geração menos recente, muitos dos pacientes do sexo feminino não tinham sido chefes de família. Todos os homens que eu acompanhei se arrependeram profundamente de passar tanto tempo da sua vida com foco excessivo no trabalho.

Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo do caminho, é possível não ter que precisar de um salário tão alto quanto você acha. E criando mais espaço em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, mais adequado ao seu novo estilo de vida.



3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.

Muitas pessoas resguardaram seus sentimentos para manter a paz com os outros. Como resultado, tiveram uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam, como resultado.

Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora as pessoas possam reagir quando você muda a maneira de falar com honestidade, no final a relação fica mais elevada e saudável. Se não ficar, é um relacionamento que não vale a pena guardar sentimentos ruins. Você ganha de qualquer maneira.



4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos.

Muitas vezes os pacientes terminais não percebiam os benefícios de ter por perto antigos e verdadeiros amigos até a semana da sua morte, e nem sempre foi possível encontrá-los. Muitos haviam se tornado tão centrados em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro se diluirem ao longo dos anos. Havia muitos arrependimentos por não dar atenção a estas amizades da forma como mereciam. Todos sentem falta de seus amigos quando estão morrendo.

É comum que qualquer um, em um estilo de vida agitado, deixe escapar amizades. Mas quando você se depara com a morte se aproximando, os detalhes caem por terra. Não é dinheiro, não é status, não é posse. Ao final, tudo se resume ao amor e relacionamentos. Isso é tudo o que resta nos dias finais: amor.



5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz.

Este é surpreendente. Muitos não perceberam, até ao final da sua vida, que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto”. O medo da mudança os faziam se fingir aos outros e a si mesmos, enquanto lá no fundo ansiavam rir e ter coisas alegres e boas na vida novamente.


Vida é escolha. A vida é SUA. Escolha com consciência, com sabedoria, com honestidade. Escolha ser feliz.




Ogib Teixeira de Carvalho Filho

sábado, 20 de agosto de 2011

Pessoas que não conseguem lidar com sentimentos



Há muito tempo que estou observando um tipo específico de comportamento das pessoas: aquelas que não conseguem lidar com sentimentos. Não cabe a mim dizer o que é certou ou errado, até porque posso estar incluso em muitas das atitudes que quero expressar (mas que nem por isso irei contar em qual parte estou incluído) e até porque posso fazer vários julgamentos durante a minha longa reflexão.

Muitas vezes, pessoas que debocham facilmente de seus semelhantes têm algum problema para lidar com seus sentimentos. Existe a questão afetiva, na qual essas pessoas não conseguem sequer retribuir um carinho ou um elogio, e acabam recorrendo a subterfúgios como debochar de alguém ou inferiorizá-la, pois não consegue corresponder à altura da grandiosidade sentimental que oferecem a ela. Aparentemente, essas pessoas simulam um comportamento de serem fortes, mas no fundo são desequilibradas. Não conseguem lidar com sentimentos positivos. A explicação que encontro é que talvez elas tenham sido cobradas pela vida para terem certa postura ou até mesmo a ausência de exemplos de carinho e afeto na família. Eu classifico (e não julgo) essas pessoas como nocivas, pois elas estendem isso para seus semelhantes, quase nunca sabem elogiar e nada para elas está bom. Se acham mais sábias e espertas que os demais. Falta-lhes humildade. Elas costumam a ser mais egoístas que os demais, pois faltou-lhes atenção e carinho e, por ter faltado isso, elas estendem para outros aspectos da vida e não compartilham com os demais; são as pessoas que não gostam de compartilhar informações por terem receio de criar grandes rivais ao seu redor.

Por fim, aproveitando o gancho do assunto, quero também focar nas pessoas que têm medo de serem felizes. Não sei com relação a outros lugares do mundo, mas todos concordamos que o Brasil é um país bem machista. E esse machismo atinge homens e mulheres. Homens têm medo de expressar sua felicidade com receio de "cair na feminilidade da coisa", se é que entendem do que estou falando. Alguns são contidos demais e deixam de viver, de expressar sua alegria, suas dores e seus medos. Não acredito que tenham uma boa qualidade de vida, pois ter qualidade é jogar pra fora tudo o que está acumulado dentro de si (claro que com moderação). É dançar, cantar, sorrir, ser feliz, gritar quando tem dor, chorar quando sentir raiva ou tristeza. Vejo que muitas mulheres também são machistas, pois aceitam de cabeça baixa muitas imposições dos homens e não têm sequer coragem e atitude para serem elas mesmas, para expressarem verdadeiramente o que é ser mulher.

Enfim, expressei aqui um pouco da minha visão utópica, pois gosto de falar sobre sentimentos mesmo que as pessoas não concordem e achem ridículo e maluco.




QUASE SEM QUERER
Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Renato Rocha

Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso,
Só que agora é diferente:
Sou tão tranqüilo e tão contente.

Quantas chances desperdicei,
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém.

Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira,
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.

Já não me preocupo se eu não sei por que.
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
E eu sei que você sabe, quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.

Tão correto e tão bonito;
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos!
Sei que, às vezes, uso
Palavras repetidas,
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?

Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como lhe quero tanto.

Já não me preocupo se eu não sei por que.
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
E eu sei que você sabe, quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Deus nos deu de graça a bela natureza

Olá, amigos do meu blog! Amigos e amantes da natureza. Passamos boa parte do nosso tempo entre quatro paredes, concretos, asfaltos e tantas outras invenções humanas. Nos esquecemos do que existe lá fora. Lá fora há uma infinita beleza expressa na natureza: árvores, lagos, bichos, céu, ar puro... Nos isolamos entre paredes e concretos em busca de mais e mais dinheiro, pisamos em nossos semelhantes, mas nos esquecemos que o mais elegante e o que dá mais prazer está lá fora. E o melhor: de graça e sem precisar maltratar ninguém. Dei graças a Deus por entender um pouco mais isso ao fazer uma incrível viagem pelo Paraná.