sábado, 23 de janeiro de 2010
Anos 80 - O amor e o poder
Olá, amigos! Podem me chamar de brega ou ultrapassado, mas continuarei gostando de tudo o que foi feito nos anos 80. Filmes, desenhos, músicas, programas, enfim, uma época inocente, a década em que eu nasci! Quem nasceu nessa maravilhosa década, estará aos poucos caminhando para os 30 anos (eu ainda vou demorar um pouquinho, hehehe) e com certeza deve sentir falta de uma época em que se brincava na rua, de discotecas onde todos dançavam os mesmos passos e da moda e, por que não, da maquiagem e dos penteados exorbitantes.
Ultimamente eu tenho estado muito nostálgico, talvez pela mudança de lugar, de trabalho e também por causa do meu aniversário. Mas, enfim, recordar é viver. Quando a gente recordar, a gente mantém vivo aquilo lá dentro de nós. E quando sonhamos juntos, vira realidade. Ainda quero ir em uma festa típica dos anos 80 ou montar uma. Quero convidar várias pessoas que não achem ridículo reviver aquela época e sua maravilhosa contribuição cultural para o mundo.
O AMOR E O PODER
Rosana
A música na sombra,
o ritmo no ar
Um animal que ronda
no véu do luar
Eu saio dos seus olhos
eu rolo pelo chão
Feito um amor que queima
magia negra
Sedução
Como uma deusa
você me mantém
E as coisas que você me diz
Me levam além
Aqui nesse lugar
Não há rainha ou rei
Há uma mulher e um homem
Trocando sonhos fora da lei
Como uma deusa
você me mantém
E as coisas que você me diz
Me levam além
Tão perto das lendas,
tão longe do fim
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder
A música na sombra
o ritmo no ar
um animal que ronda
no véu do luar
Tão perto das lendas,
tão longe do fim
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder
Como uma deusa
(me leva amor)
você me mantém
(longe do fim)
E as coisas que você me diz
Me levam além
Tão perto das lendas,
(me leva amor)
tão longe do fim
(longe do fim)
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder
sábado, 16 de janeiro de 2010
Meus oito anos!

Olá, pessoas! E aqui estou eu vivendo os momentos iniciais da nova fase da minha vida. Muitas, mas muitas lembranças e saudades de tempos antigos vieram à tona nessa semana, principalmente por remeterem a uma época sem preocupações, responsabilidades e muitas outras coisas de adultos. Coincidentemente, meus oito anos estão marcados na minha infância, assim como foi para Casimiro de Abreu. Época de jogar videogame Turbo Game todos os dias com o meu melhor amigo, fantasiar que era o Nick do desenho Perdido nas Estrelas, tentar construir uma casa na árvore, brincar com o Vivinho (cachorrinho), época que eu sentia a magia do natal lá no fundo da alma, época que a família era completa, que eu estava na terceira série, que eu sonhava em ter um Super Nintendo pra jogar Street Fighter 2, época que era legal ser criança e brincar na rua (minha brincadeira favorita era pique-esconde), época que meu desenho favorito era Tartarugas Ninja...
Tantas lembranças, tanta magia que cercava o meu mundinho. Engraçado notar que eu pensava que a minha vida adulta seria parecida com a dos meus irmãos mais velhos, talvez este um dos fatores por eu gostar tanto de músicas antigas dos anos 80 e 90. Eles aumentavam o volume do som bem alto e era uma época que não tinha perigo dar festinhas em casa. "Oh, que saudades que eu tenho da aurora da minha vida, da minha infância querida que os anos não trazem mais"!
MEUS OITO ANOS
Casimiro de Abreu
Oh! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é - lago sereno,
O céu - um manto azulado,
O mundo - um sonho dourado,
A vida - um hino d'amor!
Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh ! dias de minha infância!
Oh ! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez de mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
De camisa aberta ao peito,
- Pés descalços, braços nus -
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo,
E despertava a cantar!
Oh ! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
- Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Hora da mudança

Olá, amigos do meu blog. Com tão pouco tempo para vir aqui no meu canto cultural e postar alguma coisa, hoje eu venho falar um pouco de mudanças. Estou prestes a mudar radicalmente a minha vida. Lugar novo, trabalho novo, gente nova, tudo novo! Será muito interessante olhar esta postagem daqui a algum tempo e fazer uma comparação de evolução de vida. A princípio estou tranquilo, talvez não pensando muito no que estou deixando para trás, mas estou focando no futuro, nas coisas que virão. Com certeza darei o melhor de mim.
Como vou proceder, como vou reagir, dificuldades que irei enfrentar - tudo isso está em meu pensamento, mas primeiro eu quero resolver o principal motivo de eu estar fazendo essa mudança nesse momento. Vou aprender muitas coisas e deixar várias outras para trás. A questão é estar preparado e aceitar mudanças. A hora de virar adulto de verdade chegou, bem como as grandes responsabilidades, tarefas essas dadas quando se adquire mais experiência e poder.
Depois de um ano cheio de dificuldades e sofrimento, tive aquela boa surpresa. E, com ela, veio logo a correria pra lá e pra cá, telefonemas, impressões, viagens, buscas em lugares longe, burocracia e um certo estresse. Agora, a próxima etapa é de aprender a encarar tudo o que eu almejei. Encarar aquilo que meu pai e a minha irmã mais velha desejaram para mim e que infelizmente não puderam testemunhar este próximo momento.
Será preciso deixar amigos, família e lugares para encarar novos desafios e me superar a todo instante. Realmente chegou a hora de me virar e me adaptar. Eu já mencionei anteriormente que o mundo muda a todo instante e que as estações do ano são diferentes para cada ano. E assim é com a vida: os fatos não são iguais e cabe a nós nos adaptarmos em cada situação que aparecer. A saudade fica bem como da família e dos amigos e todos eles de mim, mas estarei de volta sempre que puder.
As cenas dos próximos capítulos ainda serão escritas. Espero que, quando eu voltar para acrescentar mais coisas a este assunto começado neste post, sejam coisas boas a se relatar.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Ano novo! 2010! (Laços de Flor)
Olá para todos! Feliz ano novo! Que as esperanças sejam renovadas e que trilhemos bons caminhos neste ano que se inicia. O ano anterior foi marcado por grandes reviravoltas no mundo, no Brasil e, por que não, na minha vida. Outros horizontes, novas amizades, trabalhos que me ajudaram a crescer ainda mais e possibilitaram a concretização de outros fatos na minha vida, a transição de relacionamentos, uma reviravolta no meu cotidiano e a perda de dois pilares da família. 2009 foi um ano ruim sim. Embora tenham acontecido coisas muito boas, houve também o luto, coisa que afeta profundamente. Por mais que eu afirme e que fique registrado como o meu pior ano, 2009 já se foi e estou de braços abertos para 2010! Que eu possa virar o jogo e transformá-lo em um ano muito feliz no qual eu possa sempre aprender e evoluir como ser humano. Não pode acontecer de o tempo parar, pois 2010 já começou.
LAÇOS DE FLOR
Adaptação: R. Rossi, P. Almeida, P. Nunes, W. Tormin (CavZodiaco.com.br)
Como as cores num retrato o tempo insiste em desbotar
As lembranças que eu guardei estão todas a murchar
Ao fechar os olhos me transporto a um dia mais feliz
Em meus sonhos modificar um destino tão sombrio
O calor do dia envolve nossas mãos
Um fantasma do tempo, sentimento que não chega ao fim
Misturando amor e dor, seu sorriso sempre viverá
Dentro de mim
Quando a noite cai, a saudade traz
A lembrança do seu rosto
E uma lágrima se torna um santuário
Uma flor que cai no silêncio e faz
A lembrança dessa história ecoar
Trilhar a estrada das pétalas
Em nossos laços de flor
*Amo o meu amor!
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Então é Natal!
Mensagem de Natal para todos as pessoas e os que leem o meu blog:
NATAL! Coração começa a bater mais forte. Refletir e agradecer. São tantas as ideias, são tantas as coisas que aconteceram... momentos que nos perdemos em lágrimas, sorrisos, recordações... mas ficaram os apertos de mão e os abraços recebidos. Devemos agradecer por mais um ano e com ele mil sonhos e mil ideias para acontecerem.
Mas, diante deste turbilhão de coisas e acontecimentos, nos pegamos como um coração de criança, que só pede amor; de doente, que só pede saúde; de monge, que só pede tranqüilidade; de cego, que só pede enxergar; de guerreiro, que só pede coragem; de mãe, que só pede união na família; de pai, que só pede que não falte nada; de virgem, que só pede realização na vida; de médico, que só pede para poder ajudar os outros; de sábio, que só pede a paz.
Senhor, que este pobre e humilde coração possa neste Natal apenas bater uníssono com o coração de Cristo e que eu possa ter em minha mente o Teu pensamento, para que eu saiba dizer:
Feliz Natal!!! Que Deus ilumine, sua vida e seu lar!
ENTÃO É NATAL
Simone
Composição: Versão: Cláudio Rabello
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.
Então é Natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, do amor como um todo.
Então bom Natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Então é Natal, pro enfermo e pro são.
Pro rico e pro pobre, num só coração.
Então bom Natal, pro branco e pro negro.
Amarelo e vermelho, pra paz afinal.
Então bom Natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Então é Natal, o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez.
E Então é Natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, o amor como um todo.
Então bom Natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Harehama, Há quem ama.
Harehama, ha...
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.
Hiroshima, Nagasaki, Mururoa...
É Natal, É Natal, É Natal.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Não podemos impedir mudanças (Mundo Normal)
Olá para todos. Hoje eu to mais a fim de jogar papo fora, falar qualquer coisa para preencher espaço e atualizar o blog. Venho falar principalmente das mudanças que enfrentei no ano de 2009. A princípio, era um ano para inovar, como sugere a rima com o número 9. Porém, coisas aconteceram, desde oportunidades de ainda exercer mais a profissão de professor, tocar um reforço escolar e esperar ansiosamente por uma nomeação, até perdas e buracos na alma e na vida. Foi um ano misto, mas talvez um ano ruim sim.
O mundo gira e muda a todo instante. Quatro estações modificam o ano terrestre e nunca são iguais às do ano anterior. Não podemos impedir essas mudanças, assim como não podemos impedir mudanças na vida pessoal. Pessoas entram e saem das nossas vidas, se mudam, morrem, ficam nossas inimigas e outras se arrependem. Não é questão de ser passivo, de apenas receber ou assistir a vida, mas sim de compreender que coisas mudam. De qualquer forma, minha vida não será mais a mesma a partir de agora. Mudanças radicais acontecerão e estarei preparado para muitas elas.
A maioria das pessoas não está preparadas para mudanças. É a questão de escolher o mais fácil, o menos doloroso. Só que esse mais fácil poderá ser o muito difícil no futuro. As pessoas têm medo de desobedecer algumas regras e ficar por alguns instantes fora de algum grupo social. Arrisco a dizer que são poucos os que pensam assim que se tornam bem sucedidos. É preciso inovar e dar a cara pra bater, mesmo sozinho. E se adaptar a mudanças, pois somos seres racionais, seres que deixaram de viver em um habitat natural para viver em um mundo de concretos, prédios, fumaças, comida industrializada e tecnologia.
ORDINARY WORLD
Duran Duran
Mundo Normal (*tradução)
Came in from a rainy thursday
Eu vim de uma quinta-feira chuvosa
On the avenue
Pela avenida
Thought I heard you talking softly
Pensei ter ouvido você falando suavemente.
I turned on the lights, the tv
Eu liguei as luzes, a TV
And the radio
E o rádio,
Still I cannot escape the ghost of you
Ainda não consigo escapar de seu fantasma
What has happened to it all?
O que está acontecendo com isso tudo?
Crazy, some'd say
"Louco", alguns dizem.
Where is the life that I recognize?
Onde está a vida que eu conhecia?
Gone away
Foi embora...
But I won't cry for yesterday
Mas eu não vou chorar pelo ontem,
There's an ordinary world
Há um mundo normal
Somehow I have to find
De algum modo eu tenho de encontrar.
And as I try to make my way
E enquanto eu tento trilhar o meu caminho
To the ordinary world
Para este mundo normal,
I will learn to survive
Eu aprenderei a sobreviver.
Passion or coincidence
Paixão ou coincidência,
Once prompted you to say
Certa vez induziu você a dizer:
"pride will tear us both apart"
"O orgulho destruirá nós dois em pedaços"
Well now pride's gone out the window
Bem, agora o orgulho saiu pela janela,
Cross the rooftops
Cruzou os telhados
Run away
Fugiu
Left me in the vacuum of my heart
Me deixou no vácuo do meu coração.
What is happening to me?
O que está acontecendo comigo?
Crazy, some'd say
"Louco", alguns dizem.
Where is my friend when I need you most?
Onde está meu melhor amigo quando mais preciso de você?
Gone away
Foi embora...
But I won't cry for yesterday
Mas eu não vou chorar pelo ontem,
There's an ordinary world
Há um mundo normal
Somehow I have to find
De algum modo eu tenho de encontrar.
And as I try to make my way
E enquanto eu tento trilhar o meu caminho
To the ordinary world
Para este mundo normal,
I will learn to survive
Eu aprenderei a sobreviver
Papers in the roadside
Jornais ao lado da estrada
Tell of suffering and greed
Contam sobre sofrimento e ganância,
Fear today, forgot tomorrow
Temido hoje, esquecido amanhã.
Ooh, here besides the news
Ooh, aqui, ao lado das notícias
Of holy war and holy need
De guerra santa e necessidade santa,
Ours is just a little sorrowed talk
A nossa é apenas uma conversinha de mágoa...
And i don't cry for yesterday
E eu não vou chorar pelo ontem,
There's an ordinary world
Há um mundo normal
Somehow I have to find
De algum modo eu tenho de encontrar.
And as I try to make my way
E enquanto eu tento trilhar o meu caminho
To the ordinary world
Para este mundo normal
I will learn to survive
Eu aprenderei a sobreviver
Every world
Qualquer mundo
Is my world, I will learn to survive
É o meu mundo, eu aprenderei a sobreviver
Any world
Nenhum mundo
Is my world, I will learn to survive
É o meu mundo, eu aprenderei a sobreviver
Any world
Qualquer mundo
Is my world
É o meu mundo
Every world
Todo mundo
Is my world
É o meu mundo
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Fala em paz

FALA EM PAZ
Justo lembrar: a voz humana está carregada de vibrações.
Esforça-te por evitar os gritos intempestivos e inoportunos.
Uma exclamação tonitruante equivale a uma pedrada mental.
Se alguém te dirige a palavra em tom muito alto, faze-lhe o obséquio de responder em tom mais baixo.
Os nervos dos outros são iguais aos teus: desequilibram-se facilmente. Discussão sem proveito é desperdício de forças.
Não te digas sofrendo esgotamento e fadiga para poder lançar frases tempestuosas e ofensivas; aqueles que se encontram realmente cansados procuram repouso e silêncio.
Se te sentes à beira da irritação, estás doente e o doente exige remédio.
Barulho verbal apenas complica. Pensa nisso: a tua voz é o teu retrato sonoro
(Francisco Cândido Xavier)
"O que acontece não é tão importante quanto como você reage ao que acontece."
(Thaddeus Golas)
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Vamos comemorar a estupidez humana
Olá, amigos. Olhando aqui de fora de toda essa manifestação contra o governador Arruda aqui em Brasília, observo que nos é tirado o direito de manifestar contra um governo que até que se prove o contrário nos faz de otários. Policiais militares acham que são deuses andando sobre a Terra e usam e abusam do poder para agredir pessoas. Tudo bem, sei que muita gente abusa e passa da conta mesmo. Mas infelizmente polícia aqui fica mais dentro dos postos policiais do que patrulhando os grandes centros das cidades e inibindo a ação de bandidos. E ainda reclamam do salário! Absurdo!
Temos o direito sim de manifestar o nosso descontentamento e exigir a saída de alguém que faz todos de otários. Basta dar muito poder a um homem para ele ficar estúpido e oprimir os outros. Não estamos aí para ser oprimidos e nem aguentar tudo calado. Somos seres pensantes. Aqui é uma democracia (pelo menos no papel) e exigimos um governo honesto.
Para governantes estúpidos e policiais igualmente estúpidos, deixo essa música aqui (e viva à liberdade de expressão):
Obs: o vermelho é de vergonha!
PERFEIÇÃO
Legião Urbana
Composição: Renato Russo
Vamos celebrar
A estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja
De assassinos
Covardes, estupradores
E ladrões...
Vamos celebrar
A estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso estado que não é nação...
Celebrar a juventude sem escolas
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião...
Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade...
Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta
De hospitais...
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras
E seqüestros...
Nosso castelo
De cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda a hipocrisia
E toda a afetação
Todo roubo e toda indiferença
Vamos celebrar epidemias
É a festa da torcida campeã...
Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar o coração...
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado
De absurdos gloriosos
Tudo que é gratuito e feio
Tudo o que é normal
Vamos cantar juntos
O hino nacional
A lágrima é verdadeira
Vamos celebrar nossa saudade
Comemorar a nossa solidão...
Vamos festejar a inveja
A intolerância
A incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente
A vida inteira
E agora não tem mais
Direito a nada...
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta
De bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror
De tudo isto
Com festa, velório e caixão
Tá tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou
Essa canção...
Venha!
Meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão
Venha!
O amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera
Nosso futuro recomeça
Venha!
Que o que vem é Perfeição!...
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Eu sei que vou te amar - Uma homenagem à educação!
Olá, amigos! Estou mais sumido aqui do blog devido a vários acontecimentos, dentre eles, a superação do luto, alguém especial já fazendo parte da minha vida e o trabalho intenso e, muitas vezes, estressante.
Dentre moças estressadas metidas a revolucionárias (leia-se TPM - aproveito para expressar aqui a minha repulsa ao feminismo exagerado!) e esposas que o marido dorme de calça (ou frequentadores assíduos de saunas gays) que cruzaram o meu caminho, uma coisa me deixou intrigado, chateado ou até frustrado ultimamente. Fui chamado para dar aula de reforço de português em uma escola particular aqui do DF. Fui posto à prova e deveria elaborar uma prova de recuperação final para os alunos. Dei dois dias de aula de revisão, me preocupando com o conteúdo que iria cair na prova e solucionando possíveis dúvidas. O problema é que eram poucos os que estavam prestando atenção; podia-se contar nos dedos das mãos.
Elaborei então uma prova com base no cronograma e no livro didático adotado pela escola. Eram 20 questões. Apliquei a prova e tive que me virar de um lado para o outro, pois era muita gente colando! (risos)
Quando chego em casa para poder corrigir a prova vem o esperado nem tão esperado assim: um mar de notas baixas! Daí vem a frustração. Como está o ensino hoje em dia nas escolas, mesmo nas particulares? Cadê o acompanhamento dos pais e a cobrança pela responsabilidade dos filhos? Cadê a consciência de cada um daqueles alunos que ficaram de recuperação e a iniciativa de estudar muito para não ter que fazer o mesmo ano novamente?
De uma coisa tenho certeza: como não peguei a turma desde o início, não sou responsável por tal fracasso caso alguém queira apontar o dedo. Expliquei bem e rápido o que pudia e até ganhei elogios de alguns alunos. Mas fica esse questionamento...
Outra vez lanço perguntas aqui em meu blog sobre como está o andamento da educação... Onde está a responsabilidade e o compromisso? As pessoas não estão sendo treinadas para pensar.
E ainda fui obrigado a escutar que a música "Eu sei que vou te amar" era música de velório (reclamo do sentido depreciativo que deram a esse termo). Essa música era uma das questões que coloquei na prova para interpretação de texto.
Em homenagem à educação e pela torcida por uma evolução dela no Brasil, coloco a música aqui. Fica aí o exemplo de que o funk e o axé (argh!) que eles escutam não são músicas perante letras como essa.
Abraço a todos.
EU SEI QUE VOU TE AMAR
(JOBIM, Antônio Carlos & MORAES, Vinícius de. In: Muito – LP Philips nº 6349.382 – 1978. Lado I)
Eu sei que vou te amar,
Por toda a minha vida,
Eu vou te amar.
A cada despedida,
Eu vou te amar.
Desesperadamente,
Eu vou te amar,
E cada verso meu
Será pra te dizer
Que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida.
Eu sei que vou chorar,
A cada ausência tua,
Eu vou chorar,
Mas cada volta tua
Há de apagar
O que esta ausência tua me causou.
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida.
Obs: amo o amore mio, amo o meu amor! (TUM-TUM)
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Pedaço de mim
Olá, amigos! Devo confessar que o clima no blog está meio pra baixo, mas aqui é o lugar onde eu posso despejar os escapes do dia, do tempo em que estou em outros lugares e tenho que manter um sorriso no rosto. Mas devo confessar que os momentos em que estou passando são oscilantes: ora estou com ânimo, ora bate a saudade. Isso faz parte do processo. Coloco músicas deprê aqui não porque estou mergulhado na depressão; pelo contrário, estou querendo me livrar dela aos poucos e vendo que estou postando isso aqui, vai me dando cada vez mais força para colocar algo alegre da próxima vez. No entanto, tudo a seu tempo. Não vou me forçar nada. Cada tempo deve ser vivido naturalmente. E agora com vocês uma música do mestre Chico Buarque.
PEDAÇO DE MIM
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque
Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar
Oh, pedaço de mim
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais
Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu
Oh, pedaço de mim
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que já perdi
Oh, pedaço de mim
Oh, metade adorada de mim
Lava os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Pra que sofrer se nada é pra sempre?
OLHOS VERMELHOS
Capital Inicial
Composição: Dinho Ouro Preto / Alvin L
Os velhos olhos vermelhos voltaram
Dessa vez
Com o mundo nas costas
E a cidade nos pés
Pra que sofrer se nada é pra sempre?
Pra que correr, se nunca me vejo de frente
Parei de pensar e comecei a sentir
Nada como um dia após dia
Uma noite, um mês
Os velhos olhos vermelhos voltaram de vez
Os velhos olhos vermelhos enganam
Sem querer
Parecem claros, frios, distantes
Não têm nada a perder
Por que se preocupar por tão pouco?
Por que chorar, se amanhã tudo muda de novo?
Parei de pensar e comecei a sentir
Nada como um dia após dia
Uma noite, um mês
Os velhos olhos vermelhos voltaram de vez
Parei de pensar e comecei a sentir
Nada como um dia após dia
Uma noite, um mês
Os velhos olhos vermelhos voltaram de vez
(Vocalização)
Os velhos olhos vermelhos (Na, na, na, na...)
*Cenas do filme "Dom" no clipe.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Eu tenho vontade de vencer!

Olá, amigos e leitores do meu blog. Desculpem-me pela ausência nesses dias, mas o Ondas do Pensamento sempre existirá enquanto gotas de ideias forem derramadas no oceano. Quem tira um tempinho para ler aqui sabe do que venho passando atualmente. Tirar algum tempo de férias do cotidiano e procurar ocupar a mente com outros pensamentos é uma ótima terapia para poder superar situações difíceis.
Situações de luto fazem você pensar profundamente na vida e na morte. Faz você dar valor à vida e entender que a morte é um processo natural, embora, muitas vezes, inaceitável. A morte é a única certeza de que temos nessa vida. Não sabemos se vamos ficar ricos, pobres, casar, ter filhos, mas sabemos com certeza que iremos morrer. E a vida é um processo frágil. Estamos sujeitos a várias doenças, à maldade das pessoas, a situações inesperadas. A única maneira de ser forte é viver e amar quem está do seu lado. É a maneira que temos para superar.
Já passei por diversas situações em minha vida que contribuíram muito para o meu amadurecimento. Não estou aqui para falar que sou o único que passou por isso, pois sei que cada um tem a sua cruz aqui na Terra. Quero só falar do que contribuiu para o meu amadurecimento. Situações como traição em relacionamentos e amizades me fizeram amadurecer na maneira como me relacionar com as pessoas e nem sempre acreditar 100% no que dizem. Situações como luto me fazem refletir sobre a vida e a morte e também o valor que devemos dar às pessoas que se importam conosco todos os dias.
Embora muita coisa ruim aconteça em nossas vidas, cada uma em situação diferente e com intensidade diferente (a intensidade depende de cada um, por isso, jamais podemos desprezar a dor do outro, mesmo que achemos insignificante o fato), a vontade de vencer deve sempre superar. Devemos nos permitir sair, conhecer lugares, pessoas, sorrir, escutar a música favorita, viver novas situações. Tenho certeza de quem já se foi gostaria de nos ver felizes e tocando a vida. E quem já nos traiu não merece nossas lágrimas porque não souberam nos dar valor.
Às vezes me pego sentindo muita saudade. Poderia perguntar tantas coisas que deixei de perguntar simplesmente porque não os procurei, porque não tive tempo ou porque ainda não tinham acontecido. No entanto, o mundo se renova. Não existirão pessoas iguais aos que já se foram, mas posso contar com que as que ainda habitam este lugar. E é assim que eu devo prosseguir. Há coisas para conquistar e mudar. E é assim que eu devo sonhar.
Por fim, coloco a oração que Deus nos ensinou:
Pai nosso que estais no Céu
Santificado seja o Vosso nome
Venha a nós o Vosso reino
Seja feita a Vossa vontade
Assim na Terra como no Céu
O pão nosso de cada dia nos dai hoje
Perdoai as nossas ofensas
Assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido
E não nos deixei cair em tentação
Mas livrai-nos de todo mal
Amém!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Mais um luto e a força da superação!
Olá, amigos. Sofri mais um luto em tão pouco tempo. Desta vez, a situação já era esperada há 1 ano e 2 meses. Meu pai se foi. Mas ele agora não está sozinho, pois a minha irmã está lá para cuidar dele e olhar por nós que ainda estamos aqui. Com certeza eles querem que continuemos vivendo e progredindo a cada dia. Não vamos parar de viver a vida. Eu prometo.
A VOLTA DO BOÊMIO
Adelino Moreira
Composição: Adelino Moreira
Boemia, aqui me tens de regresso
E suplicante lhe peço a minha nova inscrição
Voltei, pra rever os amigos que um dia
Eu deixei a chorar de alegria
Me acompanha o meu violão
Boemia, sabendo que andei distante
Sei que esta gente falante vai agora ironizar
Ele voltou, o boêmio voltou novamente
Partiu daqui tão contente
Por que razão quer voltar ?
Acontece que a mulher que floriu meu caminho
De ternura, meiguice e carinho
Sendo a vida do meu coração
Compreendeu e abraçou-me dizendo a sorrir
Meu amor você pode partir
Não esqueça do teu violão
Vá rever os teus rios, teus montes, cascatas
Vá cantar em novas serenatas
E abraçar teus amigos leais
Vá embora, pois me resta o consolo e alegria
Em saber que depois da boemia
É de mim que você gosta mais....
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
A fábula do porco-espinho

Olá, amigos do meu blog! A vida é uma caixinha de surpresas, frase clichê que todo mundo já deve ter ouvido. Incrível em tão pouco tempo, várias coisas em minha vida deram uma reviravolta tremenda. Nessas horas é que a gente agradece a Deus por muitas atribulações e sofrimentos que tivemos no passado. Nada acontece por acaso. Se você não consegue superar o sofrimento momentos depois que ele aconteceu, certamente terá experiência e saberá lidar com outros semelhantes no futuro.
Isso se aplica a todas as áreas da vida. Principalmente quando nos relacionamos afetivamente com outras pessoas. Quem sabe se você ler a mensagem abaixo entenda o que quero dizer. Abraço a todos!
A FÁBULA DO PORCO-ESPINHO
Durante a era glacial, muitos animais
morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação,
resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam
e se protegiam mutuamente; mas, os espinhos de cada
um feriam os companheiros mais próximos,
justamente os que ofereciam maior calor.
Por isso decidiram afastar-se uns dos outros
e voltaram a morrer congelados.
Então precisavam fazer uma escolha:
ou desapareceriam da Terra ou aceitavam
os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver
com as pequenas feridas que a relação
com uma pessoa muito próxima podia causar,
já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram!
Moral da História:
O melhor relacionamento não é aquele
que une
pessoas perfeitas, mas aquele
no qual cada um aprende
a conviver com os defeitos do outro
e consegue admirar suas qualidades.
Durante a era glacial, muitos animais
morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação,
resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam
e se protegiam mutuamente; mas, os espinhos de cada
um feriam os companheiros mais próximos,
justamente os que ofereciam maior calor.
Por isso decidiram afastar-se uns dos outros
e voltaram a morrer congelados.
Então precisavam fazer uma escolha:
ou desapareceriam da Terra ou aceitavam
os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver
com as pequenas feridas que a relação
com uma pessoa muito próxima podia causar,
já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram!
Moral da História:
O melhor relacionamento não é aquele
que une
pessoas perfeitas, mas aquele
no qual cada um aprende
a conviver com os defeitos do outro
e consegue admirar suas qualidades.
Obs: momento de humor meu: o texto fala sobre a aproximação entre porcos-espinhos, mas não encontrei imagens deles mostrando afeto. Aí decidi pelos gatos! rsrsrs
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segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Eu fugiria
RUNAWAY
The Corrs
Say it's true
There's nothing like me and you
I'm not alone
Tell me you feel it too
And I would runaway
I would runaway, yeah yeah
I would runaway
I would runaway with you
Because I, I'm fallin' in love with you
No, never, I'm never gonna stop
Falling in love with you
Close the door
Lay down upon the floor
And by candlelight
Make love to me through the night
'Cause I have runaway
I have runaway, yeah yeah
I have runaway, runaway,
I have runaway with you
Because I, I'm fallin' in love with you
No, never, I'm never gonna stop
Falling in love with you
With you, my love
With you
And I would runaway
I would runaway, yeah yeah
I would runaway
I would runaway with you
Because I, I'm fallin' in love with you
No, never, I'm never gonna stop
Falling in love with you
I'm fallin' in love with you
No, never, I'm never gonna stop
Falling in love with you
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